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Segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal, o montante de créditos habitação renegociados em janeiro e fevereiro de 2026 registou uma queda acentuada, fixando-se nos 466 milhões de euros. Este recuo acontece após um ano de 2025 muito dinâmico, sugerindo que os bancos estão agora a aplicar critérios de retenção de clientes muito mais rigorosos.
A perspetiva Incred
Esta queda no volume de renegociações indica que os bancos já não estão a ceder apenas "por cortesia" ou por pressão genérica do mercado. Hoje, para conseguir uma melhoria nas condições do seu crédito atual, não basta pedir; é necessário apresentar um argumento técnico inatacável.
O mercado de 2026 exige que o cliente se comporte como um ativo de baixo risco. Na Incred, vemos aqui uma oportunidade: se o seu banco atual não está a renegociar, a portabilidade para outra instituição nunca foi tão relevante. No entanto, o processo tem de ser montado com precisão. O banco de destino está à procura de qualidade, não de volume. O segredo para contornar esta queda nas renegociações é a preparação antecipada do dossier, garantindo que o seu perfil brilha no meio do rigor bancário.
Contexto de mercado
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